terça-feira, 13 de dezembro de 2011

DISCUSSÃO FINAL

A convergência das mídias reflete ao aumento pela discussão cognitiva que é a nova tendência da aquisição da informação. Durante o semestre de 2011/2 o foco das discussões foram as mídias digitais, a sua importância e as diferentes maneiras de manifestação.
Entendemos por manifestação, os formatos apresentados em relação ao armazenamento das mesmas. Começando através do micro-blog, onde muitos artigos puderam da a definição desse tipo de publicação e manutenção da informação; tendo sua origem em 2006 com o twitter.
 Na realidade o usuário, que num primeiro momento não pensava estar na publicação como aquisição de conhecimento ,e sim   a exposição de sua opinião, a formação de caráter de certo modo.  E foi a partir da necessidade de novas fontes informacionais e por que não dizer, que este tipo de repositório ganharam importância e veracidade no trato da informação.
Uma fonte impressionantemente válida foram os jornais eletrônicos, simplesmente pela facilidade no acesso das informações necessárias. Os mesmos relfetem ao contato com as redes sociais, pois uma vez noticiado um fato, as pessoas opinam, seguem e correm atrás de mais e mais comentários.
No entanto, esse tipo de repositório pode ter como subsídio de prova de sua coerência as fotografias, que são exatamente a imortalização da informação. Através das fotos, podemos notar não somente a ilustração dos assuntos relacionados ao ganho de conhecimento, mas como também, uma forma artística de representação informacional.  
Em relação a narrativa, devemos levar em conta que não só  a linguagem concreta, mas os bancos de imagens podem proporcionar a criação de novos registros, como os vídeos como fonte de informação. Os vídeos proporcionam o movimento à narrativa.
Outra fonte informacional muito importante são as visitas virtuais, como no caso dos Webmuseums, foi uma experiência ímpar, no sentido de poder avaliar melhor uma obra, a descrição da mesma; da construção do ambiente, acredito que possa nos levar exatamente aquele local físico.
No campo da Biblioteconomia, é interessante destacar a importância da preparação deste profissional, no trato de saber distinguir essas inúmeras manifestações dessas mídias. Em especial a diferenciação dos repositórios, simples ou institucionais; pois cada pesquisa nos conduz a mais e mais busca pelo conhecimento. Por esta busca, não esqueçamos dos E-books, que nos fornecem acesso aos conteúdos que nem sempre podemos adquirir, mas que graças a Deus pela criação, está aí sempre difundido mais e mais informações. Portanto, não “emburreça”, faça a sua parte, pesquise, vá atrás dos seus objetivos... a informação está aí basta você ir atrás!

             

Referências

 FOTOGRAFIA Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Fotografia último acesso em 17 set 2011.

MICROBLOGGING In Wikipedia: a enciclopédia livre. Disponível em:< http://pt.wikipedia.org/wiki/Microblogging Último acesso em 15/09/2011.

MORAN, José Manuel. O vídeo na sala de aula. Comunicação & Educação. São Paulo, ECA-Ed. Moderna, [2]: 27 a 35, jan./abr. de 1995. Disponível em: <http:// http://www.eca.usp.br/prof/moran/vidsal.htm> Acesso em 06 out. 2011.
PASSARELLI, Brasilina. O Bibliotecário 2.0 e a Emergência de Novos Perfis Profissionais DataGramaZero - Revista de Ciência da Informação - v.10  n.6   dez/09  Disponível em: http://www.dgz.org.br/dez09/Art_01.htm Acesso em 18 de Nov de 2011. 

REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL In Wikipedia: a enciclopédia livre. Disponível em:< http:// pt.wikipedia.org/wiki/Reposit%C3%B3rio_institucionalv Último acesso em 21 out. de 2011.

O PAPEL DAS REDES SOCIAIS VRITUAIS: UMA NOVA PERSPECTIVA PARA O PROFISSIONAL DA INFORMAÇÃO

Devemos levar em conta que muitas fontes pesquisadas nas redes sociais fornecem conteúdo desnecessário, impróprio, repetitivo, falso. Porém, nos dias de hoje verificados todas as fontes de informação podemos deixar claro que as redes sociais são essenciais para a construção do saber, em termos de pesquisa, de conteúdos e claro, de acessibilidade. Para testar a autenticidade desses conteúdos devemos levar tornar incansável a busca por conhecimento. Sobre redes sociais, PASSARELLI (2008), afirma:
As redes sociais e das novas formas de aprender e produzir conhecimento complementada pelo mapeamento das novas competências necessárias ao bibliotecário para atuar neste contexto.
E dessa nova forma de aprendizado e produção de conhecimento devemos levar em conta o profissional da ciência da informação, aqui entendido como o bibliotecário, deve acima de tudo verificar os valores apresentados por essas tecnologias e a complexidade trazida por essa nova forma de acessar as informações. Tais valores tomam novo rumo: o lado cognitivo, visto no melhor funcionamento do cérebro e o desenvolvimento de novas teorias de aprendizagem pela expansão tecnológica.
Portanto o profissional que optar por essas novas tendências de construção do conhecimento devem estar preparados não só para as demandas dos mesmos, mas o quanto isso poderá defini-los em grau de competência para expansão do mesmo.



Referência
Passarelli, Brasilina. O Bibliotecário 2.0 e a Emergência de Novos Perfis Profissionais DataGramaZero - Revista de Ciência da Informação - v.10  n.6   dez/09  Disponível em: http://www.dgz.org.br/dez09/Art_01.htm Acesso em 18 de Nov de 2011. 



Sobre WEBMUSEUMS

Os recursos disponiblilizados nos webmuseus são de extrema importância para a aquisição de informação. Não só como uma ferramenta informacional como também pela facilidade na busca de informação. Cria, ainda novas expectativas no desenvolvimento cultural do usuário pela experiência impar proporcionada através das visitas virtuais a estes ambientes.

Visita virtual: um tour entre magia e descobertas
The Virtual Museum Of Iraq foi uma das visitas de maior importância dentre os links  formecidos pelos responsáveis pela disciplina, pois o mesmo se aproximou do formato mais conhecido dos museus tradicionais, no sentido de detenção de um acervo histórico cultural de pertences, bem como suas descrições “físicas” Foi uma experiência muito rica, não só pela visita aos ambientes, lá determindados de halls (corredores). Estavam dispostos em 8 entradas: Prehistoric, Sumerian,Akkadian e New-Sumerian, Babylonian, Assyrian, Achaemenid e Seleucid, Parthian e Sasanian e Ismaic.
Outra visita bastante pertinente, em minha opinião foi a visita ao Museu da Pessoa, pois me lembrou do conceito básico de história, por ser a ciência que estuda os acontecimentos do passado da humanidade; nessa visita, o usuário pode verificar que todos os dias, através dos relatos pode-se se saber um pouco de história.

Vantagens e desvantagens das visitas virtuais

            Acredito que a maior vantagem nessas visitas virtuais seja a acessibilidade, bem como poder estar a par das novas atualizações nessas bases eletrônicas.
            Uma desvantagem, é que as visitas são um tanto solitárias, e que no caso de uma reprodução da mesma enquanto foto, a qualidade pode não ser a mesma em termos de alcance de um ângulo das peças (no caso do museum of Iraq).

Referências
Museu da Pessoa Disponível em:< http://www.museudapessoa.net/ Acesso em: 12 de Nov. de 2011.
The Virtual Museum of Iraq Disponível em:< http://www.virtualmuseumiraq.cnr.it/homeENG.htm Acesso em 12 de Nov. de 2011.

Origem e evolução: o que muda com a chegada do e-book?



A procura por informação, tem movido campos, entenda-se por campos todas as possíveis fontes de informação, principalmente na área científica. Nas ciências da informação, essa procura está aliada ainda ao acesso á informação e claro, conecada à tecnologia que a mesma proporciona, para BENÉICIO (2003):

O acesso à informação e a tecnologia são alguns privilégios que a humanidade já conquistou. Por meio delas as pessoas absorvem e re-elaboram conhecimento, podendo transformar suas vidas. Neste prisma, discute-se sobre as Novas Tecnologias da Informação e Comunicação, especificamente no que se refere a discussão gerada acerca da informação impressa e da digital e a sua influência na evolução das bibliotecas eletrônicas. Apresenta a evolução dos suportes de informação, partindo do papiro até o livro eletrônico (e-book).  

Sabe-se que sua origem data de 1971, quando Michael Hart ditou a Declaração de Independência dos E.U.A.; ainda, sabe-se que ele foi o fundador do Projeto Gutenberg, o mais antigo de livros eletrônicos . É nesse ano de 1971que Michael Hart lidera o projecto Gutenberg que procura digitalizar livros e oferece-los gratuitamente.
Mas é somente em 92 que F. Crugnola e I. Rigamonti planejam e eles percebem, para a tese deles/delas de grau para a Politécnica em Milão, o primeiro ebook (apoio eletrônico para a leitura só de textos) e eles chamam isto "INCIPIT" .
Somente um ano depois em 1993, Zahur Klemath Zapata registra o primeiro programa de livros digitais. Digital Book v.1, DBF. É nesse mesmo ano que se é publicado o  primeiro livro digital: Do assassinato, considerado uma das belas artes, de Thomas de Quincey. Através da internet a Amazon começa a vender livros e1995. .
Em 1996, o projecto Gutenberg alcança os 1.000 livros digitalizados. A meta é um milhão. Mas somente dois anos depois que  são lançados ao mercado os leitores de livros electrónicos: Rocket ebook e Softbook. Surgem sítios na Internet que vendem livros electrónicos, como eReader.com e eReads.com. (1998-1999)
 Stephen King lança seu romance Riding Bullet em formato digital (2000). Só pode ser lído em computadores.

Vantagens em relação ao livro tradicional

A principal vantagem do livro digital é a sua portabilidade. Eles são facilmente transportados em disquetes, CD-ROMs, pen-drives e cartões de memória.
Como se encontra no formato digital, pode ser transmitido rapidamente por meio da Internet. Se um leitor que se encontra no Japão, por exemplo, e tiver interesse em adquirir um livro digital vendido nos Estados Unidos ou no Brasil, pode adquiri-lo imediatamente e em alguns minutos estará lendo tranquilamente o seu ebook.
Outra vantagem é o preço. Como seu custo de produção e de entrega é inferior, um livro digital de alto padrão, como os encontrados em sítios especializados, pode chegar as mãos do leitor por um preço até 80% menor que um livro impresso, quando não for gratuito. BENÌCIO (2003) ressalta:

Como resultado prático, temos a formação de um catálogo de e-books especializado na área de literatura, disponibilizando um instrumento de pesquisa que permite que outras bibliotecas eletrônicas compartilhem seus acervos digitais, aumentando e facilitando o acesso/uso da informação digital por bibliotecários e usuários.

Mas um dos grandes atrativos para livros digitais é o fato de já existirem softwares capazes de os ler, em tempo real, sem sotaques robotizados e ainda converter a leitura em uma mídia sonora, como o MP3, criando audiobooks.
Em  termos informacionais o E-book traz à tona uma reflexão muito importante que nos dias de hoje somos movidos pelo acesso mais fácil e econômico; e que essas opções são comprovadas como as melhores para os usuários.

Tratando dos direitos autorais

Assim como um livro tradicional, o livro digital é protegido pelas leis de direitos autorais. Isso significa que eles não podem ser alterados, plagiados, distribuídos ou comercializados de nenhuma forma, sem a expressa autorização de seu autor. No caso dos livros digitais gratuitos, devem ser observadas as regras e leis que regem as obras de domínio público ou registros de códigos abertos para distribuição livre.
A existência de leitores associado com vários formatos, a maioria especializados em um único formato, fragmentos do mercado do livro eletrônico. Em 2010, a e-books continuou a ganhar quota de mercado para a versão em papel. Alguns editores de livros eletrônicos já começaram a distribuir os livros que estavam em domínio público.


Quais são os possíveis formatos dos E-books?

São estes alguns formatos: ePub, International Digital Publishing Forum, .lit, Microsoft Reader,.pdf, Acrobat Reader,.chm, Microsoft Compiled HTML Help,.opf, Open EBook Format,.exe, eBook auto-executável em Windows,prc, Mobipocket Reader,.rb, RocketEditions,.kml, Hiebook,.pdb, iSilo,.DjVu,.vbo, Virtual Book,.mobi, Amazon Kindle,.azw, Amazon Kindle,.txt,.rtf, Rich Text Format, originalmente criado no WordPad,.odt, OpenDocument Text,e doc.


Referências

Benício, Christine Dantas.  DO LIVRO IMPRESSO AO E-BOOK: o paradigma do suporte na Biblioteca Eletrônica, João Pessoa, PB, 2003.  Disponível em:< http://www.biblioteca.sebrae.com.br/bds/bds.nsf/FFC9B1D48DBC3AA703256F
B80060B49B/$File/NT000A4BB6.pdf
  
E-books Disponível em:http://pt.wikipedia.org/wiki/Livro_digital Último acesso em 26 de Out. de 2011.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

JORNALISMO ELETRÔNICO E SEU IMPACTO NO MUNDO REAL

Sabe-se hoje em dia que o meio eletrônico vem conquistando seu espaço não só pela rapidez com que a notícia é enviada, como também pelo impacto causado pela mesma, afinal de contas, mesmo que nem sempre seja possível que seu acesso ocorra em tempo real, mas as conseqüências podem ser assustadoras.
Digo isso, pois nem sempre temos a informação verdadeira. Nos canais de informação temos, por exemplo, a praticidade de que os usuários são expectadores sedentos por notícias, mas ao mesmo tempo são aquelas pessoas que fazem o uso de informação erroneamente. JOHNSON (2006) ressalta:

Na última década do século XX, o rápido aumento de empresas jornalísticas
que estabeleceram jornais eletrônicos na Internet abriu um fascinante campo
de investigação sobre como os jornais tradicionais poderiam redefinir conteúdos e valores de notícia ao adotarem e implementarem um sistema eletrônico de disponibilização da informação.

            Quando trato em mundo real, refiro-me ao ambiente em que os leitores tradicionais consideram a versão impressa de um jornal como válida, principalmente, é claro para muitos editores, uma vez que a informação eletrônica tem validade, mas estando a qualquer lugar a qualquer momento, lemos muitas notícias erradas...inventadas... afinal de contas muitos textos no formato eletrônico são adaptados, para MARCHIORI (1997): 

[...] a facilidade com que os textos eletrônicos podem ser adaptados, copiados, recombinados e plagiados acarreta certo receio por parte dos editores tradicionais quanto à defesa dos diretos autorais e a reprodução indiscriminada de" cópias". Para as bibliotecas, as implicações dizem respeito ao fato de que elas devem se adaptar à provisão de recursos de referência na forma eletrônica, racionalizando o acesso sem posse, como, por exemplo, buscas em bases de dados comerciais on-line.

            Do ponto de vista de um leitor assíduo de periódicos, as versões eletrônicas vem ganhando o seu espaço no mercado, pois você tem acesso a qualquer lugar, em qualquer momento e essa prática pode com certeza trazer mais satisfação ao leitor. E essa predileção pela versão eletrônica com certeza tornará essa versão impressa ultrapassada. JOHNSON (2006), afirma:

Embora mais de uma década tenha se passado desde a chegada dos primeiros jornais impressos na Internet, a indústria jornalística continua se perguntando como a cultura da velha redação se ajusta no futuro tecnológico. As empresas jornalísticas têm se confrontado cada vez mais com o dilema de como encontrar o equilíbrio entre tecnologia e conteúdo para criar um produto novo e rentável.

            A globalização iniciou essa procura pela informação, e claro, mudanças precisavam ser feitas...ou até mesmo os usuários deveriam se adequar a essas mudanças. Devemos levar em conta que com a disponibilidade das versões eletrônicas dos jornais resultarão na redução dos altos custos das versões impressas. MARCHIORI (1997) afirma:
As publicações eletrônicas estão tendo seus custos reduzidos drasticamente, caso comparadas com os custos de papel, impressão e transporte, enquanto as bases de dados, principalmente as de texto completo, aumentam em número e tamanho. Os grupos de discussão eletrônica (Listservs) têm servido como meios informais para a disseminação de novas idéias, assim como a Internet favorece o acesso a periódicos eletrônicos, cuja submissão, avaliação e distribuição de artigos é feita de forma eletrônica.

O maior impacto maior visto nos dias de hoje em se tratando da mudança de alguns dos mais conceituados jornais impressos para as versões eletrônicas, com certeza está ligado às redes sociais; com certeza ainda, a procura incessante por conhecimento em tempo reduzido faz com que o profissional da biblioteconomia, arquivologia ou museologia. MARCHIORI (1997), destaca o acesso às bibliotecas:

A biblioteca pode ser acessada remotamente de uma localidade, por meio de uma rede de computadores, favorecendo a acessibilidade universal. Nesta concepção revolucionária, os "livros virtuais" não sofrerão mais os problemas de suas contrapartes físicas, podendo ser duplicados quantas vezes se desejar. A própria biblioteca será" infinita", pois não haverá limites para o número de livros que possa conter, desde que estruturada e disponibilizada em computadores poderosos, interligados a redes de alta velocidade.

Tais profissionais irão procurar viabilizar o rápido acesso da informação, para que o usuário faça uso desses resultados não só de maneira mais fácil, como também mais eficientemente.
         Portanto, é muito importante que a partir de todas essas informações procuremos, enquanto acadêmicos, prestar a atenção às bases pesquisadas para termos certeza que os periódicos eletrônicos agora pesquisados trazem a informação válida e com melhor acesso.



Referências Bibliográficas

BARWINSKI, Luísa.  Os jornais impresessos estão ameaçados Disponível em: http://www.tecmundo.com.br/2765-noticias-na-internet-os-jornais-impressos-estao-ameacados-.htm Acesso em 20 de out. de 2011.

MARCHIORI, Patricia Zeni. "Ciberteca" ou biblioteca virtual: uma perspectiva de gerenciamento de recursos de informação Ciência da Informação, Brasilia, DF, v. 26 n. 2  May/Aug. 1997. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ci/v26n2/v26n2-1 Acesso em 19 de out. de 2011.

JOHNSON, Telma Sueli Pinto. Jornais eletrônicos do Brasil: a primeira geração  Disponível em: <http://www.bocc.ubi.pt/pag/johnson-telma-jornais-eletronicos.pdf 
Acesso em 21 de out. de 2011.

THOMAZ, Kátia de Padua. A preservação de documentos eletrônicos de caráter arquivístico: Novos desafios, velhos problemas. Disponível em:<http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/bitstream/1843/VALA-68ZRKF/1/doutorado___katia_de_padua_thomaz.pdf Acesso em 19 de out de 2011.


ENTENDENDO MELHOR SOBRE REPOSITÓRIOS

Repositório, mas afinal de contas o que são?
São sistemas de informação. Para melhor entendimento temos os (RI) Repositórios Institucionais que são sistemas de informação que servem para são sistemas de informação que servem para armazenar, preservar, organizar e disseminar amplamente os resultados de pesquisa de instituições de ensino e pesquisa, utilizando um software O software mais utilizado no Brasil é o DSpace.
            A partir dessas características notamos que os repositórios institucionais surgem como alternativa tanto para a agilização do processo de comunicação científica quanto para a gestão do conhecimento científico (GCC); 
A diferença entre um repositório institucional de um repositório simples, é o que o institucional faz o armazemanento dos resultados das pesquisas das instituições de ensino e um repositório simples resulta do armazenamento e preservação de qualquer outra informações que não são resultantes de uma instituição de ensino.
Repositórios institucionais são entendidos hoje como elementos de uma rede ou infraestrutura informacional de um país ou de um domínio institucional destinados a garantir a guarda, preservação a longo prazo e, fundamentalmente, o livre acesso à produção científica de uma dada instituição. São resultados da atividade científica, na forma das diferentes publicações, resultados estes muitas vezes obtidos à custa de pesados investimentos públicos, devem necessariamente também ser públicos, poder ser utilizados amplamente, não serem apropriados de forma privada.
Assim, cada instituição científica ou acadêmica, e sua correspondente comunidade, deve manter em seu repositório institucional de livre acesso cópias da produção científica de sua comunidade.Os repositórios digitais emergiram no contexto da universidade e relacionaram-se com a introdução do Open Access à literatura científica, ou estratégias para o “Open Acess” (tal como se encontra definido no Budapest Open Acess Initiative - http://www.soros.org/openaccess/ - e em Open Access Journals) e é o caminho mais eficaz e rápido para alcançá-lo.
 Enquanto ferramenta, os repositórios passam a ser parte dos contextos acadêmicos.Conforme LEITE (2006) o desenvolvimento de repositórios institucionais – RI - tem se dado, amplamente, no contexto de universidades, a despeito de iniciativas outras em instituições governamentais, principalmente, mas em escala significativamente menor. Os mesmos centralizam, preservam, tornam acessíveis e disseminam o capitalintelectual de uma instituição, ao mesmo tempo eles constituem um sistemaglobal de repositórios distribuídos e interoperáveis que fundamentam umnovo modelo de publicação científica. Pode-se entender, em outras palavras, ao mesmo tempo em que os repositórios institucionais permitem reunir, preservar, dar acesso e disseminar boa parte do conhecimento da instituição, eles aumentam a visibilidade da sua produção científica.
            Segundo SANTOS (2006) o termo “repositório digital de informações”, referindo-se a um software instalado, disponível e com conteúdo que possa ser acessado, ou seja, a todo o conjunto de software, informações armazenadas, procedimentos,equipamentos e pessoas que disponibiliza conhecimento ao usuário final.
            O acesso a estes repositórios, em se tratando a vídeos acadêmicos estão disponíveis no Google Vídeos: http://video.google.com/ e YouTube: http://www.youtube.com/ são os repositórios de vídeos mais conhecidos pelo grande público.
            Portanto, devemos levar em conta que o acesso a esses repositórios dependerão sempre da confiabilidade e certificação dos conteúdos disponíveis.






















Referências
GOOGLE VIDEOS  Disponível em  http://www. video.google.com  Último acesso em: 21 out. de 2011.
LEITE, Fernando César Lima; COSTA, Sely. Repositórios institucionais como ferramentas de gestão do conhecimento científico no ambiente acadêmico. Perspect. ciênc. inf., Belo Horizonte, v.11 n.2, p. 206 -219, Mai./Ago. 2006.
REPOSITÓRIO INSTITUCIONAL In Wikipedia: a enciclopédia livre. Disponível em:< http:// pt.wikipedia.org/wiki/Reposit%C3%B3rio_institucionalv Último acesso em 21 out. de 2011.
SANTOS, Leonardo D. B.O processo de implantação de um repositório digital de informações baseado em software livre. Minas Gerais: UFL, 2006. 89p.
THOMAZ, Katia P. Repositorios digitais confiáveis e certificação. Arquivística Net. Rio de Janeiro, v.3 n. 1, p.80-89, Jan/Jun. 2007.
YOUTUBE Br Blog. Notas sobre o site. Postado em 10 abr. 2009. Disponível em: <http://youtubebrblog. blogspot.com/search?updated- min=2009-01-01T00 %3A00%3A00-08%3A00&updated-max=2010-01- 01T00%3A00%3A00-08%3A00&max-results=31>. Último acesso em 21 out. 2011.
YOUTUBE Disponível em:< http://www.youtube.com Último acesso em: 21 out. de 2011.

CONHECENDO E APRENDENDO MAIS SOBRE FONTES DE INFORMAÇÃO: VÍDEOS NAS REDES SOCIAIS ACADÊMICAS (10/10)

Estamos no ano de 2011 e junto às novas Tecnologias da Informação estão os vídeos, muito utilizados como fonte de informação. O seu crescimento junto às redes sociais se deu principalmente em função da facilidade, ou melhor, dizendo, devido à acessibilidade dos usuários. As comunidades acadêmicas por outro lado, fazem uso dessa ferramenta muito bem, especificamente na construção do conhecimento.
Podemos destacar que o vídeo online como uma das ferramentas mais utilizadas na hora de informar-se sobre um produto ou serviço de TI. Assim: De todos os pesquisados, 70% assistem a vídeos online relacionados com sua profissão. Isso mostra que o vídeo se transformou em uma ferramenta muito atraente para os profissionais de Marketing B2B, disse Luciana Sario (2010), gerente de Marketing de IDC América Latina. Nesse mesmo estudo, a gerente ainda aponta que para conseguir um bom video online, existe uma série de passos a seguir. “Contar com um plano de produção de qualidade é um dos passos essenciais para obter um programa multimídia de sucesso. Outra questão que deve ser levada em conta é a das métricas, que podem ser básicas, como clicks e views, ou mais complexas, como as que são relacionadas à interatividade gerada a partir de cada vídeo”.
Um outro estudo da IDC destaca ainda, que um dos objetivos a serem alcançados quando se produz um vídeo é o conteúdo criativo e de grande interesse para a audiência selecionada. Para SÁRIO (2010), converter um vídeo num viral não é uma tarefa que se pode exercer sozinho. “A audiência é fundamental. Por isso, para avaliar os resultados tem que ficar bem claro qual é o público em questão e qual é o número de pessoas que devem ser impactadas. Quando se trata de uma audiência de milhões, vamos querer conseguir a maior quantidade de views possível”.
No entanto, não podemos esquecer que o vídeo é uma mídia social. Para que o mesmo comesse a gerar um vídeo viral devemos ter bem claro o conteúdo e depois vamos somando uma boa estratégia de distribuição nas diferentes plataformas sociais.
O vídeo está chegando à sala de aula, e dele se esperam, como em outras tecnologias anteriores, soluções imediatas para os problemas crônicos do ensino-aprendizagem. O vídeo ajuda a um bom professor, atrai os alunos, mas não modifica substancialmente a relação pedagógica. Claro que o diferencial é essa aproximação entre sala de aula e o cotidiano, bem como as linguagens de aprendizagem e comunicação da sociedade urbana, mas também introduz novas questões no processo educacional. Cria um elo em que o aluno começa a fazer parte de certo modo da nova perspectiva apresentada.
Não podemos esquecer que o vídeo está umbilicalmente ligado à televisão e a um contexto de lazer; o entretenimento, que passa imperceptivelmente para a sala de aula. Neste novo ambiente o vídeo, na cabeça dos alunos, significa descanso e não "aula", o que modifica a postura, as expectativas em relação ao seu uso. Claro, o professor não deve usar o vídeo como um porto seguro e ou desculpa para todas as aulas utilizar dessa ferramenta, afinal de contas, o professor deve sim aproveitar essa expectativa positiva para atrair o aluno para os assuntos do nosso planejamento pedagógico; e ao mesmo tempo, saber que necessitamos prestar atenção para estabelecer novas pontes entre o vídeo e as outras dinâmicas da aula. MORAN (2011) afirma:
Vídeo significa também uma forma de contar multilingüística, de superposição de códigos e significações, predominantemente audiovisuais, mais próxima da sensibilidade e prática do homem urbano e ainda distante da linguagem educacional, mais apoiada no discurso verbal-escrito.

O vídeo explora também e, basicamente, o ver, o visualizar, o ter diante de nós as situações, as pessoas, os cenários, as cores, as relações espaciais (próximo-distante, alto-baixo, direita-esquerda, grande-pequeno, equilíbrio-desequilíbrio). Desenvolve um ver entrecortado -com múltiplos recortes da realidade -através dos planos- e muitos ritmos visuais: imagens estáticas e dinâmicas, câmera fixa ou em movimento, uma ou várias câmeras, personagens quietos ou movendo-se, imagens ao vivo, gravadas ou criadas no computador. É impressionante notar que a fala aproxima o vídeo do cotidiano, de como as pessoas se comunicam habitualmente. Os diálogos expressam a fala coloquial, enquanto o narrador (normalmente em off) "costura" as cenas, as outras falas, dentro da norma culta, orientando a significação do conjunto. A narração falada ancora todo o processo de significação.
Essa lógica da narrativa não se baseia necessariamente na causalidade, mas na contigüidade, em colocar um pedaço de imagem ou história ao lado da outra. A sua retórica conseguiu encontrar fórmulas que se adaptam perfeitamente à sensibilidade do homem contemporâneo. Usam uma linguagem concreta, plástica, de cenas curtas, com pouca informação de cada vez, com ritmo acelerado e contrastado, multiplicando os pontos de vista, os cenários, os personagens, os sons, as imagens, os ângulos, os efeitos. BORTOLIERO (2002) chama a atenção para o seguinte: 
Os temas são pouco aprofundados, explorando os ângulos emocionais, contraditórios, inesperados. Passam a informação em pequenas doses (compacto), organizadas em forma de mosaico (rápidas sínteses de cada assunto) e com apresentação variada (cada tema dura pouco e é ilustrado).

As mensagens dos meios audiovisuais exigem pouco esforço e envolvimento do receptor. Este tem cada vez mais opções, mais possibilidades de escolha (controle remoto, canais por satélite, por cabo, escolha de filmes em vídeo). São muitas as opções de escolha e interação. Pensemos no significado e ou efeito que a mensagem de um vídeo passa, e como ele vai levar adiante ou reter esse conhecimento.  Afinal de contas, a possibilidade de escolha e participação e a liberdade de canal e acesso facilitam a relação do espectador com os meios.
Algumas propostas de utilização do vídeo:
a) Vídeo como SENSIBILIZAÇÃO: Um bom vídeo é interessantíssimo para introduzir um novo assunto, para despertar a curiosidade, a motivação para novos temas. Isso facilitará o desejo de pesquisa nos alunos para aprofundar o assunto do vídeo e da matéria.

b) Vídeo como ILUSTRAÇÃO: O vídeo muitas vezes ajuda a mostrar o que se fala em aula, a compor cenários desconhecidos dos alunos. Por exemplo, um vídeo que exemplifica como eram os romanos na época de Julio César ou Nero, mesmo que não seja totalmente fiel, ajuda a situar os alunos no tempo histórico. Um vídeo traz para a sala de aula realidades distantes dos alunos, como por exemplo a Amazônia ou a África. A vida se aproxima da escola através do vídeo.

c) Vídeo como SIMULAÇÃO: É uma ilustração mais sofisticada. O vídeo pode simular experiências de química que seriam perigosas em laboratório ou que exigiriam muito tempo e recursos. Um vídeo pode mostrar o crescimento acelerado de uma planta, de uma árvore -da semente até a maturidade- em poucos segundos

d) Vídeo como CONTEÚDO DE ENSINO: Vídeo que mostra determinado assunto, de forma direta ou indireta. De forma direta, quando informa sobre um tema específico orientando a sua interpretação. De forma indireta, quando mostra um tema, permitindo abordagens múltiplas, interdisciplinares.

e) Vídeo como PRODUÇÃO:  Como documentação, registro de eventos, de aulas, de estudos do meio, de experiências, de entrevistas, depoimentos. Isto facilita o trabalho do professor, dos alunos e dos futuros alunos. O professor deve poder documentar o que é mais importante para o seu trabalho, ter o seu próprio material de vídeo assim como tem os seus livros e apostilas para preparar as suas aulas. O professor estará atento para gravar o material audiovisual mais utilizado, para não depender sempre do empréstimo ou aluguel dos mesmos programas.
 
f) Vídeo como intervenção: interferir, modificar um determinado programa, um material audiovisual, acrescentanto uma nova trilha sonora ou editando o material de forma compacta ou introduzindo novas cenas com novos significados. O professor precisa perder o medo, o respeito ao vídeo assim como ele interfere num texto escrito, modificando-o, acrescentando novos dados, novas interpretações, contextos mais próximos do aluno.
g) Vídeo como expressão: como nova forma de comunicação, adaptada à sensibilidade principalmente das crianças e dos jovens. As crianças adoram fazer vídeo e a escola precisa incentivar o máximo possível a produção de pesquisas em vídeo pelos alunos. A produção em vídeo tem uma dimensão moderna, lúdica. Moderna, como um meio contemporâneo, novo e que integra linguagens. Lúdica, pela miniaturização da câmera, que permite brincar com a realidade, levá-la junto para qualquer lugar. Filmar é uma das experiências mais envolventes tanto para as crianças como para os adultos. Os alunos podem ser incentivados a produzir dentro de uma determinada matéria, ou dentro de um trabalho interdisciplinar. E também produzir programas informativos, feitos por eles mesmos e colocá-los em lugares visíveis dentro da escola e em horários onde muitas crianças possam assisti-los.

h) Vídeo como AVALIAÇÃO: No caso dos alunos, do professor e do processo.

i) Vídeo ESPELHO: Vejo-me na tela para poder compreender-me, para descobrir meu corpo, meus gestos, meus cacoetes. Vídeo-espelho para análise do grupo e dos papéis de cada um, para acompanhar o comportamento de cada um, do ponto de vista participativo, para incentivar os mais retraídos e pedir aos que falam muito para darem mais espaço aos colegas. O vídeo-espelho é de grande utilidade para o professor se ver, examinar sua comunicação com os alunos, suas qualidades e defeitos.
j) Vídeo como INTEGRAÇÃO/SUPORTE: De outras mídias, em especial:
vídeo como suporte da televisão e do cinema. Gravar em vídeo programas.
importantes da televisão para utilização em aula. Alugar ou comprar filmes de longa metragem, documentários para ampliar o conhecimento de cinema, iniciar os alunos na linguagem audiovisual. Não podemos esquecer que pode haver a interação do vídeo com outras mídias como o computador, o CD-ROM,  com os videogames, com a Internet.








Referências
BORTOLIERO, Simone.  A Produção de Vídeos Educacionais e Científico nas Universidades Brasileiras: A experiência do Centro de Comunicação da Universidade Estadual de campinas (1974-1989) Salvador:  INTERCOM, Setembro de 2002. Disponível em: <http:// galaxy.intercom.org.br:8180/dspace/bitstream/1904/18871/1/2002_NP9bortoliero.pdf> Acesso em 07 out.2011.
MORAN, José Manuel. O vídeo na sala de aula. Comunicação & Educação. São Paulo, ECA-Ed. Moderna, [2]: 27 a 35, jan./abr. de 1995. Disponível em: <http:// http://www.eca.usp.br/prof/moran/vidsal.htm> Acesso em 06 out. 2011.
Vídeos on-line são fonte de informação para 70% dos profissionais TI IT Carreers Convergência digital São Paulo 06 de outubro de 2010. Disponível em: <http:// http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=23951&sid=46> Acesso em 07 de outubro de 2011.

domingo, 13 de novembro de 2011

BANCO DE IMAGENS (26/09)

Banco de Imagens

Nos dias de hoje, o acesso que os usuários tem às imagens é monstruoso. Notamos que a internet na forma das redes sociais, empenham-se a cada dia a promover o melhor acesso aos bancos de imagens. Quando se pensa em Banco de imagens, lembramos de fotografia.  A disponibilidade das imagens hoje em dia surpreendem mais e mais; basta-nos um clique para nos separar das infindáveis fronteiras visuais.  Para maior entendimento pensemos no conceito em si dos bancos de imagens:
Bancos de imagens são serviços onde é possível obter imagens ou fotografias prontas para uso em trabalhos da área de design, publicidade e propaganda. O conceito foi criado nos anos 20, e até hoje é muito usado por revistas, jornais, e por designers que precisam de imagens; porém é criticado por alguns profissionais, que consideram as imagens prontas "sem criatividade" e "sem personalidade".
Mas muito mais do que uma definição, a fotografia é a imortalização de um momento, sendo ele marcante ou não; Somente pelo fato de o preservarmos ele terá grande importância para o que se segue. É como preencher um vazio que se formou pela questão retratada. No caso da Ciência da Informação, algumas questões éticas são discutidas, quando o assunto é imagem. Então fica a pergunta, onde estão os direitos autorais?
Copyright “©”
Direitos do Autor não são necessariamente o mesmo que copyright em inglês. O sistema anglo-saxão do copyright difere do de direito de autor. Os nomes respectivos já dão-nos conta da diferença: de um lado, tem-se um direito à cópia, copyright ou direito de reprodução, do outro, um direito de autor; neste, o foco está na pessoa do direito, o autor; naquele, no objeto do direito (a obra) e na prerrogativa patrimonial de se poder copiar.
            Devemos, no entanto perceber as diferenças entre o direito autoral de origem romano-germânica, com base no sistema continental europeu do chamado Sistema romano-germânico e o sistema anglo-americano do copyright baseado no Common Law, havendo por característica diferencial, o fato que o Direito Autoral tem por escopo fundamental a proteção do criador e ao contrário o Copyright protege a obra em si, ou seja o produto, dando ênfase a vertente econômica, a exploração patrimonial das obras através do direito de reprodução.  No efetuamento do direito de reprodução, o titular dos direitos autorais poderá colocar à disposição do público a obra, na forma, local e pelo tempo que desejar, a título oneroso ou gratuito.
Sobre os aspectos jurídicos, entende-se:

Não é sem controvérsia que se pode definir este ramo do saber jurídico como o ramo do Direito Civil destinado a regulamentar as relações jurídicas surgidas a partir da criação de obras literárias, artísticas ou científicas. Ramo, portanto, dogmaticamente colocado ao lado dos Direitos da personalidade, dos Direitos Reais, do Direito das Obrigações, do Direito de Família e do Direito das Sucessões. Há quem defenda a possível autonomia científica do ramo do “Direito de Autor” com base na clara limitação de seu campo de estudo, que são os direitos decorrentes das obras intelectuais,mas muito mais clara até mesmo do que a divisão entre o Direito Civil e o Direito Comercial, por exemplo. Todavia, para conquistar o status de ramo autônomo, um campo do saber jurídico deve possuir princípios gerais diferenciados dos demais ramos do Direito. Os doutrinadores que defendem a autonomia deste ramo, entretanto, deixaram de comprovar a existência deste conjunto de princípios que especializariam o direito de autor em relação ao direito civil. (Direito Autoral, Wikipedia
                
Há ainda, a controvérsia quanto à natureza jurídica dos direitos autorais. Para alguns, trata-se de autêntico direito de propriedade, enquanto para outros o traço distintivo dos direitos autorais é o seu componente de direito de personalidade.
O artigo 5º da Lei 9610, de 19 de fevereiro de 1998 é bem clara:

Art. 5º Para os efeitos desta Lei, considera-se:
I - publicação - o oferecimento de obra literária, artística ou científica ao conhecimento do público, com o consentimento do autor, ou de qualquer outro titular de direito de autor, por qualquer forma ou processo;
II - transmissão ou emissão - a difusão de sons ou de sons e imagens, por meio de ondas radioelétricas; sinais de satélite; fio, cabo ou outro condutor; meios óticos ou qualquer outro processo eletromagnético;
III - retransmissão - a emissão simultânea da transmissão de uma empresa por outra;
IV - distribuição - a colocação à disposição do público do original ou cópia de obras literárias, artísticas ou científicas, interpretações ou execuções fixadas e fonogramas, mediante a venda, locação ou qualquer outra forma de transferência de propriedade ou posse;
V - comunicação ao público - ato mediante o qual a obra é colocada ao alcance do público, por qualquer meio ou procedimento e que não consista na distribuição de exemplares; (BRASIL, 1998).


É comum a adoção de uma solução conciliatória, que adota ambas as concepções ao afirmar que os direitos autorais são de natureza híbrida. Esta estratégia inclusive veio a ser incorporada em diversos ordenamentos jurídicos distintos, de modo que por força de lei existe um núcleo de direitos morais, de todo inalienáveis, no qual se inserem direitos como os de paternidade e de integridade da obra, e um núcleo de direitos patrimoniais, abrigando direitos como os de controle sobre a reprodução, edição e tradução da obra.
Mas mesmo assim, para alguns, o direito autoral é parte integrante do conceito de propriedade intelectual de natureza sui generis, visto que é presente na lei brasileira, salvo raras exceções, o autor deve ser pessoa física. Não devemos descartar que o acesso às inúmeras fontes documentais de imagens se desenvolveram e fortaleceram-se no decorrer dos anos, portanto com o desenvolvimento também deve surgir o direito a este acesso de maneira correta, onde o usuário faça uso da imagem de maneira correta sem corromper os direitos garantidos através dos direitos autorais. 
            Alguns autores sustentam que o conceito de propriedade intelectual seria apenas uma ideologia fundamentadora de um monopólio privado.
Quanto à autonomia deste ramo do Direito deve-se dizer que ele é considerado ramo autônomo do Direito da Propriedade Intelectual, em função, principalmente, desta natureza dúplice, que engloba tanto aspectos morais quanto patrimoniais e que lhe imprime uma feição única, própria, que não permite seja ele enquadrado no âmbito dos direitos reais, nem nos da personalidade.
Ainda, pensemos no que remete o acesso ás imagens: a reprodução! Entende-se pela mesma:
Reprodução é a cópia em um ou mais exemplares de uma obra literária, artística ou científica. Contrafação é a cópia não autorizada de uma obra, total ou parcial. Toda a reprodução é uma cópia, e cópia sem autorização do titular dos direitos autorais e ou detentor dos direitos de reprodução ou fora das estipulações legais constitui contrafação, um ato ilícito civil e criminal.Isso implica a cada autor o direito exclusivo de utilizar, usufruir e dispor da obra literária, artística ou científica, dependendo de autorização prévia e expressa do mesmo, para que a obra seja utilizada, por quaisquer modalidades, dentre elas a reprodução parcial ou integral.
Os bancos de imagens são na realidade grandes depósitos de conteúdos. No entanto, nos despertam para algumas questões:

a)                  Será que esta disposição tem um preço?
b)                 Qual a importância do banco de imagem?

Logo que respondidas essas questões, percebemos que não só nossos conceitos pessoais mudaram, como também o acesso à essas imagens que reproduzem  a cada momento um novo conceito em armazenamento das imagens. Está provado que nos dias de hoje... os usuários... aqui conhecidos como internautas estão apropriando-se de tudo. Pensemos que este “tudo” faz parte daquele texto necessário como obra a ser consultada para um trabalho... uma imagem para enriquecer uma tarefa, ou pior, uma montagem resultante de uma original.





Referências

AGÊNCIA PREIVIEW In: Wikipedia: a enciclopédia livre. Disponível em: http://blog.agenciapreview.com/?p=855 Último acesso em: 20 de out de 2011.

BRASIL, Lei 9610, de 19 de fevereiro de 1998

BANCO DE IMAGENS In: Wikipedia: a enciclopédia livre. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Banco_de_imagens último acesso em: 20 de out de 2011.

DIREITO AUTORAL In: Wikipedia: a enciclopédia livre.  Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Direito_autoral último acesso em 20 de out de 2011.